O músico F.Snipes (Divulgação)
O músico F.Snipes (Divulgação)
Reportagem Especial

F.Snipes distribui energia positiva com punk rock

Uma ida para Saturno, depois uma passada por Marte, sempre guiado pelo Universo, levando boas frequências e vibrações para quem quer que escute o punk rock de F.Snipes. O brasileiro, com sua banda virtual, ou melhor, o produtor Davi Pacote, lançou seu EP de estreia, Sol, no fim de agosto e, dois meses depois, o single Manifesto.

“O punk rock do espaço veio para trazer um pouco desse contexto. Não é um projeto for fun, é uma coisa que de fato traz uma mensagem”

F.Snipes

F.Snipes é Felipe Snipes. Com passagens por bandas do underground em Pernambuco na década de 90, o brasileiro mora há quase três anos nos Estados Unidos. Lá resolveu voltar ao mundo da música. ‘Sempre foi uma grande terapia criativa’, diz o músico em entrevista ao Bem Rock.

E, neste novo projeto, resolveu entregar uma mensagem positiva para quem ouvir suas músicas. A música, além de ela trazer bons fluidos com as vibrações, ela também tem um papel importante na mensagem que vai entregar para quem está ouvindo’, acredita.

‘Meu principal desafio, quando eu me vejo entregando coisas para o mundo em forma de música, é justamente tentar levar mensagens positivas que possam energizar e melhorar quem está ouvindo do outro lado essas frequências, vibrações ou mensagens. Sempre tenho essa preocupação de tentar causar um impacto positivo’, continua.

Além do alto astral em suas composições, F.Snipes também aborda algumas questões relacionadas a ufologia – por isso o punk rock do espaço. Saturno, Marte e o Universo, do início deste artigo, são citações da música 7 de Junho, do EP Sol.

‘Eu adoro estudar história e ufologia e acho que tudo isso acaba trazendo respostas para o que a gente chama de espiritualidade. A gente acaba entendendo muito juntando algumas peças. É sempre necessário fazer esse tipo de provocação’.

BANDA VIRTUAL
Focado em voltar a compor e gravar, a escolha pelo estilo musical foi natural para F.Snpies. ‘O punk rock sempre fez parte de minha essência. Sempre toquei em bandas de punk, nunca em outro tipo. O punk rock é o que casa melhor comigo, até pelas minhas limitações como músico’, avalia.

Felipe ainda explica: ‘pela coisa ser muito crua, você consegue trazer um resultado muito mais sincero, mais verdadeiro. O punk rock tem esse lado que encanta muita gente’.

Com a vontade de gravar, mas sem uma banda nos Estados Unidos, F.Snipes logo descobriu quem poderia ser seu parceiro no meio da pandemia de Covid-19. Davi Capote, produtor do estúdio Hill Valley, é figura emblemática no universo do punk rock bubblegum.

A partir daí, o entrosamento entre os dois foi crescendo. ‘Eu fiz as demos em casa, mandei todas as referências que eu queria, mandei o que eu pensei em arranjo. Ele deu uma incrementada, mandou de volta e eu já gravei a voz. O EP funcionou muito bem para a gente ir descobrindo’, explica.

Felipe celebra esse entrosamento e brinca com a atuação do produtor. ‘A gente já se conhece bem, a gente já sabe qual o estilo da banda virtual, que é ele. Mas tem sido bem interessante esse processo novo. O Davi virou minha banda. Quero muito quando acabar tudo isso fazer shows. A primeira pessoa que eu queria ter ao meu lado era ele. O resto da banda a gente decide depois.’

Para o futuro, a ideia é continuar produzindo com Davi Pacote e chegar a 12 músicas. Além de um álbum, F.Snipes também sonha com uma turnê. ‘O que eu quero fazer é tentar fechar oito singles e depois tentar lançar um álbum completo, com 12 músicas. Esse álbum estou pensando em fazer prensagem normal, talvez um vinil. Além de dar para lançar um trabalho completo, já me permite também pensar em fazer shows’, fecha.

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